Estávamos dobrados em cima da cama
lendo o post da Loulou, que tinha imprimido.
Confessámos a pica que nos estava a dar,
quando te deitaste de barriga para o ar,
pés no chão ainda calçados. Olhei-te e não resisti.
Estavas ali à minha disposição.
Desapertei o cinto, baixei-te as calças, trousses
ao mesmo tempo, só o necessário para ver a tua tesão.
De joelhos, bem enquadrada entre as tuas pernas,
ainda vestida, as minhas mãos por baixo da camisa,
afagavam-te o corpo todo enquanto te lambia
deixando rastos de saliva pelo teu ventre
até encontrar o que queria.
Beijei, lambi-o e enquanto baixinho gemias
afastei-me para te mordiscar novamente o ventre.
Engoli-o repentinamente, profundamente á garganta chegando
tu mais alto gemeste as mãos fincadas na minha cabeça.
Lambi, mamei, chupei e engoli, em brasa ficando.
Comecei devagarinho, aumentando a intensidade, os movimentos
contorcias-te, ainda tentaste levantar-te, mas empurrei-te ternamente.
Deixaste-me fazer o que me apetecia
explodindo dentro da minha boca
derramando leite, mel, estrelas, ondas e lagoa
Continuei ali chupando mais devagar, lambendo, beijando
sem te querer deixar e senti que intumescias novamente
foi tamanho o prazer que para ti me vim loucamente
continuei, beijando, lambendo e chupando
sem querer largar o que naquele instante me pertencia
a ti, meu Amor, meu Homem, meu Amado


