Almoçámos numa esplanada bonita, lado a lado e de costas para o mundo, as conversas eram mundanas, mas os olhos faiscavam de tesão. De quando em vez uma mão escorregava, levantando-me a rubra lã e tocando no corpo que todo se arrepiava, ou subindo acariciava-me o pescoço e o rosto, deixando-me a repousar encostada a ela.
O dia dos namorados já passou, mas isto parece um namoro pegado. Indiferentes ao mundo e aos demais, trocámos beijos e afagos discretos, uma mão na perna, um toque nas mamas, um beijo lambido nos dedos, ficava aqui a tarde toda, pensei, e daí talvez não…
Entrámos no carro e sabíamos que era hora de ir, aliás já era tarde…
Devia ter-te levado para um sítio mais sossegado… deixas-me louco… vê como me deixas… e fizeste escorregar suavemente a minha mão pelo teu peito abaixo, até o encontrar.
A palma da minha mão estremeceu quando o senti, quente, latejante, por cima das calças. Acariciei-o, encostando o meu rosto no teu, sussurrei-te: Agora abria-te as calças, lambia-o todo, para depois o devorar de uma vez só…
Pousei-te um beijo suave nos lábios e saí…
O dia dos namorados já passou, mas isto parece um namoro pegado. Indiferentes ao mundo e aos demais, trocámos beijos e afagos discretos, uma mão na perna, um toque nas mamas, um beijo lambido nos dedos, ficava aqui a tarde toda, pensei, e daí talvez não…
Entrámos no carro e sabíamos que era hora de ir, aliás já era tarde…
Devia ter-te levado para um sítio mais sossegado… deixas-me louco… vê como me deixas… e fizeste escorregar suavemente a minha mão pelo teu peito abaixo, até o encontrar.
A palma da minha mão estremeceu quando o senti, quente, latejante, por cima das calças. Acariciei-o, encostando o meu rosto no teu, sussurrei-te: Agora abria-te as calças, lambia-o todo, para depois o devorar de uma vez só…
Pousei-te um beijo suave nos lábios e saí…


