Mostrar mensagens com a etiqueta 074- O que dá uma zanga. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 074- O que dá uma zanga. Mostrar todas as mensagens

15 de maio de 2008

O QUE DÁ UMA ZANGA





Jim Warren


Esta noite estava zangada, quando me agarraste a cara entre as mãos e me beijaste
eu de boca fechada e com o teu corpo encostado ao meu, me empurraste de encontro à parede.
Quis fugir de ti, beijar-te nunca, quando muito morder-te era o que me apetecia, mas és alto de mais para contigo conseguir competir e bem tentavas que abrisse a boca.
Enquanto me prendias com o teu corpo, agarraste as minhas mãos com uma das tuas, e prendeste-mas atrás das costas, enquanto com a outra me ias afagando.
A minha zanga ia aumentando na proporção dos teus afagos, levantaste-me a blusa estampada, apertaste-me quase com demasiada força, um dos mamilos, como não estava à espera de gesto tão brutal, abri a boca para contigo gritar e aproveitaste de imediato invadindo-a.
Sabes beijar como ninguém e comecei a derreter e tu endoidecendo. Tiraste o cordão do cortinado e com ele prendeste-me as mãos para ficares tu com as tuas livres, começando-me a despir.
A tua boca descendo, pelo pescoço, chegando ao peito, que primeiro beijaste, mas vendo como ainda zangada estava, apesar de me estar a derreter, trincaste o mamilo, sabendo o que eu gosto que mo faças.
Subiste a saia e como costumo estar nua por baixo, o que sabes de cor e salteado, sentiste como já estava molhada. Sempre de encontro à parede entraste primeiro com os dedos, fazendo-me gritar de prazer, massajando-me toda primeiro, até sentires como já escorria.
O sofá mesmo ao lado, deitaste-me por sobre o braço do mesmo, sempre amarrada, puxando-me até ficar com o rabo bem apoiado, e abusaste lambendo-me e fazendo mais uma vez gritar de prazer, explodindo em mil bocados.
Vagarosamente despiste-te fazendo-me esperar pelo momento que tanto desejava e entraste por mim a dentro, de pé, tendo-me de prazer subjugado. E explodi mais uma vez, já sem saber onde estava, enquanto tu aguentavas.
Desamarraste-me, sentando-me no teu colo virada de costas, e então cavalguei-te, por um minuto, por uma hora pela noite inteira, explodindo os dois em gemidos e gritos lançados pela noite, encontrando-nos pairando, vogando pela Lua por Marte, até os nossos pedaços ficarem espalhados pelas estrelas.
Ficámos abraçados, adormecendo os dois no sofá, aquecidos pela lareira, mas a meio da noite levaste-me ao colo para a cama. De manhã ainda pairávamos e recomeçámos.
Ninguém me diga que não se fazem viagens pelo Universo, pelo menos pelo nosso Universo.
Abençoada zanga.

Para ti Imperador, o reverso de um dos teus posts